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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Um novo jeito de crer: Uma breve história do Judaísmo!

A breve história do povo de Israel

A história do povo de Israel começa com Abraão, aproximadamente em 2.100 a.C. Ele morava na Mesopotâmia quando o Senhor o chamou e ordenou-lhe que andasse sobre a terra (Gn 12.1-9; 13.14-18). Andou por toda a terra de Canaã que seria futuramente a terra escolhida por Deus para seu povo habitar. Obediente e temente ao Senhor, Abraão foi honrado por Deus, como o Pai de um povo inumerável (Gn 15.4-6 ) . Nasceu Isaac (Gn 21.1-7), deste veio Jacó ( Gn 25.19-26; 25.29-34; 27.27-30) e gerou a José (Gn 30.22-24), que mais tarde seria vendido como escravo ao faraó (Gn 37), rei do Egito. José era fiel a Deus (Gn 39.2-6,21-23 ) e não foi desamparado pelo Senhor. Tornou-se um homem querido pelo faraó (rei do Egito) e foi promovido a governador do Egito (Gn 41.37-46). Trouxe os seus familiares de Canaã onde havia uma grande fome (Gn 46.1-7). Do faraó receberam terras, para que as cultivassem (Gn 47.5-12). Assim os israelitas começaram a prosperar. Ali foram abençoados por Deus de uma forma extraordinária: prosperaram tanto e se tornaram tão ricos e tão numerosos que assustaram o reino egípcio. Resultado: foram subjugados militarmente e submetidos à escravidão (Ex 1.7-14). O faraó ainda não estava satisfeito. Pretendia interromper de forma definitiva sua expansão: decidiu que todos os varões que nascessem nas famílias israelitas deveriam ser mortos (Ex 1.15,16, 22). E assim foi feito, e de forma cruel. Às meninas, no entanto, era dado o direito à vida. Um desses bebês, Moises, foi escondido por seus pais dos soldados egípcios. Os pais conseguiram isso durante três meses. Quando a vida do bebê passou a correr perigo iminente, seus pais o colocaram numa cesta e o soltou no rio Nilo (Ex 2.1-10). A filha do faraó viu o cestinho descendo nas águas e o choro do bebê. Ela tratou de resgatá-lo e o menino ganhou o nome de Moisés, ou Moschê, que pode significar "retirado" ou "nascido das águas" (Ex 2.5-9 ). A mãe de Moisés tornou-se sua ama (Ex 2.9 ), ele cresceu e estudou dentro do reino egípcio, sempre muito bem tratado, apesar da filha do faraó saber que ele era filho de hebreus.

Um dia, enquanto ainda vivia no reino, Moisés foi visitar seus "irmãos" hebreus e viu um deles ser ferido com crueldade por um egípcio. Irado, Moisés matou o egípcio e escondeu seu corpo na areia. Mas as notícias correram rapidamente: o faraó soube do crime e decidiu mandar matar Moisés. No entanto, ele conseguiu fugir para a terra de Midiã (Ex 2.15). Foi ali que ele conheceu sua mulher, filha do sacerdote Reuel, chamada Séfora. Ela lhe deu um filho, que ganhou o nome de Gerson (que significa "hóspede") (Ex 2.21,22). "Porque sou apenas um hóspede em terra estrangeira", diz Moisés (Ex 2.22). Passaram-se os anos, o faraó que perseguia Moisés morreu, mas os israelitas (ou hebreus) continuavam sob o jugo egípcio. Diz a Bíblia que Deus se compadeceu do sofrimento de seu povo e ouviu o seu clamor (Ex 2.24). Deus apareceu para Moisés pela primeira vez numa sarça em chamas (Ex 3), no monte Horeb. E lhe disse: "... Eis que os clamores dos israelitas chegaram até mim, e vi a opressão que lhes fazem os egípcios. Vai, te envio ao faraó para tirar do Egito os israelitas, meu povo (Ex 3.9-10)”. Em companhia de Arão, seu irmão, voltou para o Egito e contatou o faraó. Este parecia inabalável na decisão de manter os hebreus escravos (Ex 5.1-5). Após ser atingido por dez pragas enviadas diretamente por Deus (Ex 7-12). Permitiu que o povo finalmente fosse liberto, comeram a páscoa e partiram em direção ao deserto (Ex 12.37-51). Era aproximadamente três milhões de pessoas. Começava a caminhada em direção a Canaã. A Bíblia fala em 600 mil (homens, sem contar as mulheres e crianças, eram aproximadamente três milhões de pessoas) andando pelo deserto durante 40 anos, em direção à terra prometida (Ex 12.37).

Nasce o Judaísmo

Nas quatro décadas da caminhada no deserto Deus falou diretamente com Moisés (Ex 14.15 ...) e deu todas as leis a serem seguidas por seu "povo eleito" (Ex 20.1-17). Os dez mandamentos, o conjunto de leis sociais e penais, as regras dos alimentos, os direitos sobre propriedades... Enfim, tudo foi transmitido por Deus a Moisés, que retransmitia cada palavra ao povo que o seguia. Era o nascimento do Judaísmo. A caminhada não foi fácil. O povo rebelou-se diversas vezes contra Moisés e contra o Senhor. A incredulidade e a desobediência dos israelitas eram tamanhas que, algumas passagens, Deus pondera em destruí-los e a dar a Moisés outro povo (a primeira vez que Deus "lamenta" ter criado a raça humana está em Gn 6.6). Mas Moisés não queria outro povo. Clamou novamente a Deus para que perdoasse os erros dos israelitas (Ex 32.9,10). Moisés resistiu firme até à entrada de Canaã, infelizmente não pode entrar, apenas contemplou a terra (Dt 34.4,5) e foi levado por Deus. Josué tomou a direção do Povo e tomaram posse da terra Prometida:
"Eis a terra que jurei a Abraão, Isaac e a Jacó dar à tua posteridade. Viste-a com os teus olhos, mas não entrarás nela (disse Deus). E Moisés morreu." (Dt 34. 4,5).
"Não se levantou mais em Israel profeta comparável a Moisés, com quem o Senhor conversava face a face." (Dt 34.10).
Foram grandes e difíceis batalhas, até tomarem posse por completo de Canaã. Inicialmente o povo era dirigido pelos juízes (Gideão, Eli, Samuel, Sansão entre outros). Mas inconformados com esta situação e querendo assemelhar-se aos demais reinos pediram para si um rei, Deus os atendeu (1Sm 8.5). Levantou-se Saul o primeiro rei, que foi infiel ao Senhor (1Sm 10.24), em seguida Davi tornou-se rei, este sim segundo o coração do Senhor (2Sm 2.1-7). Salomão foi o terceiro rei, homem muito sábio e abençoado, construiu o primeiro Templo. Após estes, muitos outros reis vieram, alguns fiéis outros infiéis. Muitas vezes tornaram-se um povo sem Pátria. Inclusive nos últimos dois milênios era um povo disperso pela terra. Somente em 1948 foi restabelecido o Estado de Israel.
O povo se dispersa
Chegando à terra prometida, inicia-se a sucessão de êxodos forçados que levarão o povo judeu a dispersar-se por todo o mundo: inicialmente, no século VIII a.C., os assírios conduziram à escravidão dez das doze tribos de Israel (desse primeiro exílio, provavelmente, originaram-se as comunidades do extremo Oriente, da China e da Índia). Dois séculos mais tarde, é a vez dos restantes, que foram mantidos presos na Babilônia: o Templo de Jerusalém, onde se guarda a Arca da Aliança com as Tábuas de Moisés foi destruído. Contudo, exatamente esse será um dos períodos mais fecundos para a vida judaica. O povo deve encontrar o modo de viver a Aliança sem Templo, sem terra. Assim nasce o judaísmo, que não é apenas uma religião, mas, sobretudo, um modo de viver a centralidade de Deus, graças à oração, ao estudo, à Tora, à observância do sábado e de outras datas sagradas. Sem o Templo, passa-se a uma vida religiosa baseada apenas na Palavra de Deus: o culto na sinagoga substitui os ritos sacrificais do templo, o rabino (mestre) toma o lugar do sacerdote.
Cinqüenta anos depois (538 a.C), Ciro, submetendo o império babilônico, permite que os judeus voltem a seu país. Muitos, porém, permanecem na Babilônia: inicia-se, assim, o fenômeno da diáspora (termo grego que significa "dispersão" e indica o fenômeno histórico que levou os judeus a se dispersaram em todo o mundo). O Templo foi reconstruído, mas os séculos seguintes ainda vêem os judeus sucumbir sob os poderosos exércitos persa e macedônio (gregos). Nessa tremenda crise, em 168 a.C, em Modin, o sacerdote Matatias dá o sinal de revolta contra o rei da Síria, Antíoco IV, Epífanes, que procurava helenizar a Judéia. Refugiando-se entre as montanhas, reúne em torno de si aqueles que não aceitam o novo estado das coisas. Depois de sua morte, a guerrilha passa a ser dirigida por seu filho Judá, chamado macabeu, que provavelmente significa "martelo" (esse nome, depois, foi indevidamente estendido a toda a família). A revolta dos macabeus atravessa fases alternadas até que, com o último filho de Ma-tatias, Jônatas, a Judéia reconquista sua independência. Também nos anos seguintes, o poder permanece nas mãos da família dos macabeus que fundam a dinastia dos asmoneus, até a intervenção de Roma em 63 a.C. A independência, então, está definitivamente perdida e a Judéia torna-se província romana, apesar de duas tentativas de revolta: em 70 d.C., as legiões romanas conquistam Jerusalém e destroem o Templo.. A dispersão, intensificada com a conquista romana, leva a um fortalecimento das comunidades da diáspora, as quais, em contato com o helenismo e, mais tarde com o cristianismo, tendem a seguir uma linha religiosa menos rigorosa. Mas é o contínuo avanço do cristianismo que determina, num breve período de tempo, o prevalecimento da linha mais "ortodoxa" que permite conservar intactas as próprias tradições religiosas.

Livro Sagrado

A Torá é historicamente a experiência divina que todo o povo judeu vivenciou no Sinai e a sua transmissão até aos dias de hoje tornou-se glória e perseverança de uma crença e atitude religiosa. A palavra Torá significa por um lado, orientação, educação, instrução, lei; por outro pode igualmente significar, caminho, conduta, destino e observação. Devido a estes significados, acreditam os Judeus, tratar-se de um livro basilar, que ao ser estudado e tendo os seus princípios observados, conduzem o Homem a uma compreensão ímpar do Mundo e também do Universo, numa abrangência individual do seu próprio destino. Sendo atualmente também conhecida por Lei de Moisés, Chumash ou Pentateuco, a Tora é composta por cinco livros, a saber, BERESHIT, ou Gênesis; SHEMOT, ou Êxodo; VAIKRÁ, ou Levítico; BAMIDBAR, ou Números e DEVARIM, ou Deuteronômio: Foi originalmente transmitida por Deus a Moisés, após este ter permanecido por 40 dias e 40 noites, na presença do Eterno, sem comer, sem beber e sem dormir, o que o conduziu a um estado de exaltação mística. A Tora é constituída por 613 mandamentos (mitsvá), dividindo-se em 248 positivos, correspondendo ao que se deve fazer e que equivalem ao número de órgãos do corpo humano, e 365 negativos, que correspondem por antagonismo, ao que não se deve fazer e que por sua vez correspondem ao número de vasos sanguíneos no corpo humano, bem como ao número de dias do ano. A Tora sendo a Lei do Eterno designa nesse contexto os Cinco Livros de Moisés; sendo por vezes apresentada como Livro da Lei é, no entanto, conhecida na sua unidade por Pentateuco, expressão grega que designa os referidos (cinco) pergaminhos. Sendo composta por duas partes distintas: a Lei escrita e a Lei Oral, a Tora permanece imutável no tempo, ao ser transmitida através dos séculos pelos Sacerdotes, Sábios e Chefes.

Festas

Existe um quadro litúrgico de festas que determina a vida religiosa oficial do judaísmo. No judaísmo, os dias sagrados iniciam-se com o Rosh Ha-Shaná, que é também o começo do ano judaico. O Ano-Novo (Rosh há-Shaná) ocorre em setembro ou outubro. Data de auto-reflexão sobre ações passadas e de mudança. Comemora-se também Deus como criador e rei. O ritual religioso inclui orações com base no arrependimento e no perdão. Veja abaixo as principais celebrações:

Yom Kipur – Dia do Perdão. Festa máxima dos judeus. Data de jejum absoluto. É o dia do perdão e da purificação: esquecimento dos erros e extirpação das impurezas da alma.

Pessach – Instituída por Adonai (Ex 12) ela acontece no décimo quarto dia do primeiro mês (Abibe ou Nisã, entre a metade de Março e a metade de Abril). É seguida no décimo quinto dia, pela Festa dos Pães Asmos, que dura uma semana com uma celebração especial no último dia. (Ex 13:3-10) (Lv 23:4-8) (Dt 16:1-8). Com a celebração da Páscoa, expressamos a nossa alegria interior pela libertação oferecida pelo Eterno a cada um de nós.

"Quando vossos filhos vos perguntarem: que cerimônia é esta? Respondereis: este é o sacrifício da Páscoa ao Senhor, que passou por cima das casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu aos egípcios, e livrou as nossas casas. Então o povo se inclinou e adorou."
(Ex 12:26-27)

Shavuót – É considerada uma das festas máximas do judaísmo, pois comemora a data em que Deus, por intermédio de Moisés, deu ao povo libertado do Egito os Dez Mandamentos.

Sukot – É a festa das tendas. Celebra-se, habitando durante 8 dias, em cabanas em que os israelitas viveram desde a saída do Egito até a conquista da Palestina.

Chanuká - Festa das Luzes. Ocorre em novembro ou dezembro por um período de oito dias. Comemora a vitória dos judeus em 165 a.C. quando reergueram o Templo de Jerusalém destruído pelos sírios. Acende-se uma vela a cada dia num candelabro de oito ramificações. Os judeus trocam presentes entre si, e as crianças recebem uma maior atenção nesta data.

Purim - Comemora a salvação do povo judeu, ameaçado de extermínio, decretado por Haman, principal ministro do Rei Xerxes, da Pérsia. O povo judeu é salvo, milagrosamente, pela Rainha Ester e seu primo Mordechai, judeus que faziam parte da corte. É a festa mais alegre do calendário judaico.

Ritos

Shabbat: A Torá afirma que Deus criou o mundo em seis dias e descansou no sétimo, ordenando-nos assim que descansássemos também. No Shabbat, é proibido trabalhar. Ele começa no por do sol de sexta-feira e termina no por do sol do sábado, isto por que o dia, de acordo com o calendário judaico começa ao por do sol. O Shabbat é o ponto central da vida de um judeu.

Orações: O ritual das orações se realiza três vezes por dia (manhã, tarde e noite). Sendo a oração feita na Sinagoga, é necessária a presença de dez homens adultos. As orações, salmos, bênçãos e louvações estão reunidos em um livro especial, o “Sidur”. A principal oração, “As Dezoito Bênçãos”, tem mais de dois mil anos. Nas manhãs de sábado e também às segundas e quintas-feiras, é feita a leitura da Torá. A Arca é aberta e os rolos são levados até o altar da Sinagoga. É lido um trecho do texto em hebraico.

Berit Milá (no nascimento): Berit Milá é a circuncisão. Um recém-nascido judeu do sexo masculino se junta ao povo judeu através do Berit Milá, realizada em seu oitavo dia de vida. "Berit" significa "pacto." A fé do patriarca Abraão foi testada dez vezes por Deus. A nona provação foi remover o excesso de pele de seu órgão masculino, denotando o domínio espiritual sobre a compulsão primitiva. Depois de todas as provações, entrou em um pacto de fé mútua com Deus, que vive para sempre.

Bar Mitzvá e Bat Mitzvá: A maioridade religiosa, 13 anos para os meninos e 12 anos para as meninas, é a ocasião de comemorações que marcam esta evolução tão importante na vida do adolescente. Aos 13 anos, o menino judeu é considerado um adulto responsável por seus atos, do ponto de vista judaico. Bar Mitzvá significa, literalmente, "filho do mandamento". A criança de 13 anos passa a ter as mesmas obrigações religiosas dos adultos, tornando-se responsável pelos seus atos e transgressões. Paralelamente, as meninas têm o Bat Mitzvá, celebrado aos 12 anos, e não aos 13, como os meninos. Isto porque as meninas são consideradas maduras mais cedo que os meninos.

Casamento: A cerimônia do casamento deve ser realizada preferivelmente sob o céu aberto, lembrando a bênção de Deus para que a semente de Abraão fosse tão numerosa como as estrelas. A cerimônia ocorre sob a chupá, (toldo usado como cobertura ou proteção), que representa o novo lar do casal.

Enterro: Não é permitida a cremação, nem são usadas flores e músicas. Os homens são enterrados com seu xale de oração. O rabino discursa em memória do falecido, e os filhos homens – ou o parente mais próximo do sexo masculino _ recitam uma oração (o Kadish). No período de uma semana a família faz luto em respeito à memória de seu ente querido e nos aniversários de sua morte, vão até o cemitério, onde realizam a leitura do Kadish e acendem velas.

Tentando sistematizar as crenças judaicas, o teólogo e filósofo Maimônides, no século XII, estabeleceu uma lista com treze "artigos de fé":
1. Deus é o Criador e o Senhor das criaturas.
2. Ele é Único.
3. Ele é incorpóreo.
4. Ele é primeiro e último.
5. É só a Ele que as orações devem ser dirigidas.
6. As palavras dos profetas são verdadeiras.
7. O ensinamento de Moisés é verídico; ele é o maior dos profetas.
8. A Torá, tal como a possuímos, é exatamente aquela que foi revelada a Moisés.
9. Essa Torá não será mudada, não haverá uma nova Torá.
10. Deus conhece todas as ações dos homens e todos os seus pensamentos.
11. Deus recompensa aqueles que observam seus preceitos e pune aqueles que os transgridem.
12. "Creio, com uma fé perfeita, na vinda do Messias, e, ainda que ele tarde espero sua vinda a cada dia."
13. "Creio na ressurreição dos mortos, no dia em que o Criador assim o desejar."

Para refletir...

Repetidas vezes, e isso em todo mundo, cinema e televisão voltam ao tema do massacre dos judeus na Segunda Guerra. Exemplo disso são os filmes "Holocausto" e "A lista de Schin-dler". Haveria algum motivo para isso? Alerta ou remorso? Explique.

Muitas das inúmeras prescrições judaicas dizem respeito à higiene. Pergunte a um professor de biologia por que não era conveniente, por exemplo, que os judeus - vivendo no deserto - comessem carne de porco.

Israel tem sido constantemente alvo de atentados e cenário de violência e mortes. Neste momento, como está a situação naquele país? Por quê?

Prof. Teddy

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